O digestivo do resgate grego 2.0

Fuga do planeta dos euromacacos

Absurdo.

A supressão de salários e dos direitos do trabalhador chegaram a tal ponto que, na Índia, querem treinar macacos para substituir os apanhadores de coco, porque os ditos trabalhadores se recusam a arriscar a vida por uma jorna de miséria.

Fonte/Link The Telegraph

Fantasias.

Análise engraçada à cobertura que a imprensa faz do caso grego e como o discurso predominante tende a mistificar, em vez de clarificar, o que realmente se passa.

Fonte/Link Zero Hedge

Mitos de legitimidade

Em poucos parágrafos desmontam-se alguns dos mitos que visam legitimar a acumulação excessiva de riqueza. Nomeadamente, a meritocracia, o “self-made man” e os mercados livres.

Fonte/Link Pink Scare

Resgate Grego, versão 2.

Uma anedota baseada em projecções irrealistas e tão eficaz que a dívida Grega vai ser 160% do PIB em 2020 (mesmo usando os cenários optimistas que estão no novo acordo) e as quantias finais do resgate total a aproximarem-se a 3 vezes do PIB grego. Em notícias paralelas, tanto a Alemanha como a Grécia se estão a preparar para a falência técnica e possível saída do euro.

Fonte/Link Zero Hedge – Artigo 1 e Artigo 2

Ponto de ordem à mesa sobre a crise europeia.

“Europe leaders continue to improvise with sh0rt-term measures, while Europe — especially the PIIGS – grow weaker.  Each passing month reduces their ability to avoid a crash.  The devotion of Europe’s leaders — both in the North and South – to the unification project exceeds my expectations, but no longer appears rational.  Perhaps they do not see the cost in broken lives.  Perhaps they do, but do not care.  Perhaps they value the shining dream of a future Europe more than blasted lives of proles. Collateral damage.”

Fonte/Link Economonitor

Fuga ao centro

Os partidos do rotativismo na Grécia estão em queda livre. Esperemos que o mesmo aconteça em Portugal!

Fonte/Link Economonitor

A crise é um polvo.

Até os checos, com o seu complexo de superioridade pós-comunista, vão sofrer. “It is curious that the country which arguably has one of the strongest in the region was the first to slide back into contraction.”

Fonte/Link Economonitor
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